2 de set de 2007

Make your influence positive

Finalmente, depois de umas férias bem merecidas lá vamos voltar a mais uma época. Este ano posso dizer que tive férias de Karate, nã fiz nadinha… apenas parasitismo total.

Bem, vamos lá falar de coisas sérias.

Mais uma época, mais um ano de desafios, internos e externos. Uma das grandes preocupações que todos os agentes de ensino devem ter, (lindo, agentes de ensino, mais dia menos dia vou ter de fazer o curso de treinador de nivel-2) é liderar pelo exemplo. Apesar de não ter treinado nada nestas férias, aproveitei para ler alguma literatura complementar ás artes marciais e cheguei a uma conclusão.

O problema do Karate nacional é mesmo social (felizmente existem excepções e não são poucas), decididamente a necessidade de modificar a postura do praticante (instrutor/aluno) perante a sociedade urge.

Quando todos discutem a necessidade de tornar o Karate mais visível perante a sociedade, será que alguém se lembra de salientar o aspecto social que o Karate transporta nas suas costas há décadas?
Respeito pelos outros, sinceridade, atitude correcta…
Claro que todos sabemos isto e quando um aluno entra no Dojo sabemos vender isto de uma forma espectacular, no entanto será que o praticamos diariamente?
Será que procuramos melhorar a nossa postura?

Tudo isto são questões que devemos colocar a nós próprios.

Um mestre de Kempo utilizava uma expressão interessante, que o meu amigo Ricardo Gama gosta muito de utilizar…
“Monkey see, monkey do.”

Andava a navegar pela “net” e encontrei este vídeo.
Apesar de o vídeo abordar a relação entre pais e filhos, creio que poderemos aplicar este exemplo à relação Mestre/Aluno.

PS. Este espaço vai sofrer em breve umas alterações enormes, não percam!
Espero poder ajudar a comunidade marcial a dar um passo em frente e a poder dizer que entrámos no séc. XXI.

Um bom inicio de época.