Esta postagem não vai ser a mais original, no entanto é inspiratória…
Muito Obrigado ao Sensei Álvaro Silva
Para muitos de nós Joshua Bell é um nome completamente desconhecido, no entanto para outros é apenas um dos maiores violinistas do Mundo.
O “The Washington Post” decidiu realizar um debate sobre “valor, contexto e arte” e então vai daí que mete este rapazinho a tocar no metro de Washington…
Para situar a rapaziada no tempo e no espaço. Este jovem na semana anterior tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde alguns lugares custam a módica quantia de 1000 dólares, o que se traduz nuns míseros 635.39 Euritos. Nos 45 minutos em que esteve a tocar no metro, fazia-se acompanhar de um violino Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Durante 45 minutos as pessoas iam passando a falar ao telemóvel, a pensar na vida delas, a ler o jornal, etc…
A conclusão a que se chegou foi a que “estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefacto de luxo sem etiqueta de marca”.
Durante 45 minutos apenas 3 a 4 pessoas pararam para ouvir e ver um artista conceituado a nível mundial, mas apenas uma o reconheceu como tal…
Será que isto se passa apenas na música?
Eu não me considero aquele que reconheceu, considero-me mais como aqueles que pararam e apreciaram, aqueles que de certa forma gostaram do que ouviam …
Ricardo, muito obrigado por teres reconhecido e partilhado…
14 de abr. de 2008
Todo o trabalho merece ser remunerado de forma justa
Como instrutor/mestre (Treinador) de karate, é frequente deparar-me com um dilema que muitos colegas também enfrentam: a questão do dinheiro...

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