Este fim-de-semana os Instrutores da AKDK foram brindados com uma pequena formação orientada pelo Sensei Carlos Pereira (Shito-Ryu).
O Sensei Carlos Pereira é um dos grandes defensores de Kata, sob a sua orientação já passaram grandes campeões Lusos com cartas dadas na Federação Nacional de Karate e Provas internacionais de estilo e inter estilos.
As katas abordadas foram Sepai (Goju), Seiyenchin (Shito) e Jion (Shotokan). Ao contrário do que se possa pensar, o treino não foi técnico, mas sim, mais focado em pequenos truques para chamar a atenção dos árbitros em relação aos pormenores a observar durante as provas de Kata.
Como ele diz, se contarmos a história da Capuchinho Vermelho, como a conhecemos, provavelmente ninguém vai achar piada, mas se contarmos a história “hard-core” da Capuchinho Vermelho, provavelmente vamos ser ouvidos…
A título particular, ainda deu para dar uns toques numa Kata que me tem intrigado muito. Não é minha intenção APRENDER essa Kata (12 já me chegam), mas sim (tentar) perceber algumas aplicações que tenho visto por aí…
Ficou no ar a organização de uma pequena brincadeira…
Para os interessados…
O Mestre Pantazi adorou estar em Portugal (porque havia de não gostar?), ficou muito contente com a prestação Tuga durante o Seminário.
O empenho dos participantes durante o seminário foi excelente, muito treino e pouca fala.
Para que se conste, já existe um clip no Youtube com um KO de nível 2 a circular na Net.
Este é primeiro passo para a adversidade de uma relação…
É difícil conviver com alguém que durante a noite dorme com capacete, lololol…
A partir desta semana, vou começar a trabalhar num novo projecto…
Pode ser que mude o panorama Marcial Nacional, pode ser que uma dupla maléfica comece a dar que falar, pelas piores razões, claro…;)
24 de abr. de 2008
14 de abr. de 2008
Valor, Contexto e Arte
Esta postagem não vai ser a mais original, no entanto é inspiratória…
Muito Obrigado ao Sensei Álvaro Silva
Para muitos de nós Joshua Bell é um nome completamente desconhecido, no entanto para outros é apenas um dos maiores violinistas do Mundo.
O “The Washington Post” decidiu realizar um debate sobre “valor, contexto e arte” e então vai daí que mete este rapazinho a tocar no metro de Washington…
Para situar a rapaziada no tempo e no espaço. Este jovem na semana anterior tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde alguns lugares custam a módica quantia de 1000 dólares, o que se traduz nuns míseros 635.39 Euritos. Nos 45 minutos em que esteve a tocar no metro, fazia-se acompanhar de um violino Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Durante 45 minutos as pessoas iam passando a falar ao telemóvel, a pensar na vida delas, a ler o jornal, etc…
A conclusão a que se chegou foi a que “estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefacto de luxo sem etiqueta de marca”.
Durante 45 minutos apenas 3 a 4 pessoas pararam para ouvir e ver um artista conceituado a nível mundial, mas apenas uma o reconheceu como tal…
Será que isto se passa apenas na música?
Eu não me considero aquele que reconheceu, considero-me mais como aqueles que pararam e apreciaram, aqueles que de certa forma gostaram do que ouviam …
Ricardo, muito obrigado por teres reconhecido e partilhado…
Muito Obrigado ao Sensei Álvaro Silva
Para muitos de nós Joshua Bell é um nome completamente desconhecido, no entanto para outros é apenas um dos maiores violinistas do Mundo.
O “The Washington Post” decidiu realizar um debate sobre “valor, contexto e arte” e então vai daí que mete este rapazinho a tocar no metro de Washington…
Para situar a rapaziada no tempo e no espaço. Este jovem na semana anterior tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde alguns lugares custam a módica quantia de 1000 dólares, o que se traduz nuns míseros 635.39 Euritos. Nos 45 minutos em que esteve a tocar no metro, fazia-se acompanhar de um violino Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Durante 45 minutos as pessoas iam passando a falar ao telemóvel, a pensar na vida delas, a ler o jornal, etc…
A conclusão a que se chegou foi a que “estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefacto de luxo sem etiqueta de marca”.
Durante 45 minutos apenas 3 a 4 pessoas pararam para ouvir e ver um artista conceituado a nível mundial, mas apenas uma o reconheceu como tal…
Será que isto se passa apenas na música?
Eu não me considero aquele que reconheceu, considero-me mais como aqueles que pararam e apreciaram, aqueles que de certa forma gostaram do que ouviam …
Ricardo, muito obrigado por teres reconhecido e partilhado…
31 de mar. de 2008
Ando muito atarefado

Ora cá estou eu mais uma vez…
Ando muito atarefado com a vinda do Mestre Pantazi à Tugalândia, por isso é que ando um pouco afastado da Blogosfera.
Muita coisa correu desde a última postagem, muita gente me ligou e enviou e-mails aqui ao “je”. Deu para falar um pouco com o meu amigo Sifu Gama, enfim uma série de afazeres sociais…
As minhas sinceras desculpas por não postar mais, mas, além de ser difícil arranjar tema para cortar na casaca do “people”, muitas vezes tenho medo de me tornar demasiado repetitivo.
Adiante…
Esta semana foi a última semana para todos tirarem dúvidas em relação aos respectivos níveis de Kyusho…
O grupo do Norte está crescer bastante…
O grupo do Sul está a estabilizar…
Enfim…
Se não me virem por aqui, não se assustem, não fugi, nem me estou a esquecer do Blog, estou apenas empenhado na vinda do Homem…
Durante a estadia dele aqui na Tuga, vou tentar registar no final de cada dia as experiências que o pessoal teve durante os encontros.
Para não esquecer:
Dia 11 de Abril, Exclusivo a Forças de Segurança.
Dia 12/13 de Abril, aberto ao público em geral, não sendo necessária experiência marcial/combate.
Para descansar certas pessoas, o tema abordado neste mês na revista “Cinturão Negro” não será abordado…
Bem…
Se tudo correr bem, até dia 11…
19 de mar. de 2008
2 amigos chamados neu ronio
Muito se tem falado de Kyusho nesta ultima semana. Toda (alguma) a gente gosta de meter a colherada, a primeira coisa que perguntam quando se fala de Kyusho é:
E o “no-touch”?
Aqui vai a minha resposta:
- “ZZZZZZZZZZZZZZZZ…”
Adiante, o único Kyusho que eu faço, é compreensível a todos os mortais minimamente interessados e inteligentes.
A pedido de varias famílias, aqui vai uma explicação fundamentada…
O Sistema Nervoso (SN) de um ser humano coordena a actividade muscular, monitoriza os orgãos, inicia acções musculares.
Está toda agente em sintonia?
O sistema nervoso autónomo (SNA) é a parte do SN que está relacionado com o controlo da vida vegetativa, controla funções como a respiração, temperatura corporal, digestão.
O SNA é responsável pelas respostas reflexas, apesar de se chamar autónomo, não é independente do SN, está directamente interligado com o hipotálamo.
Ainda estão aí?
Respostas reflexas (RR) ou comportamento respondente são um tipo de interacção em que a resposta é vinda logo após a apresentação de um estimulo…
Hei…acorda!!!
Existem dois tipos de RR, o não-condicionado e o condicionado, o Kyusho trabalha principalmente sobre a resposta não condicionada que é uma resposta automática imediata ao estímulo. Estas respostas são automáticas e não requerem aprendizagem, além de serem aparentemente comuns em todas as espécies (aqui não concordo com os Cientistas, no parágrafo abaixo vão perceber). A relação entre o estímulo e a resposta não-condicionada é conhecida como reflexo não-condicionado …
O mais engraçado é que para o SN funcionar tem de existir dois neurónios e neste momento existe muita cabeça que está a procura do segundo, por isso vou parar por aqui e continuo na sexta-feira
E o “no-touch”?
Aqui vai a minha resposta:
- “ZZZZZZZZZZZZZZZZ…”
Adiante, o único Kyusho que eu faço, é compreensível a todos os mortais minimamente interessados e inteligentes.
A pedido de varias famílias, aqui vai uma explicação fundamentada…
O Sistema Nervoso (SN) de um ser humano coordena a actividade muscular, monitoriza os orgãos, inicia acções musculares.
Está toda agente em sintonia?
O sistema nervoso autónomo (SNA) é a parte do SN que está relacionado com o controlo da vida vegetativa, controla funções como a respiração, temperatura corporal, digestão.
O SNA é responsável pelas respostas reflexas, apesar de se chamar autónomo, não é independente do SN, está directamente interligado com o hipotálamo.
Ainda estão aí?
Respostas reflexas (RR) ou comportamento respondente são um tipo de interacção em que a resposta é vinda logo após a apresentação de um estimulo…
Hei…acorda!!!
Existem dois tipos de RR, o não-condicionado e o condicionado, o Kyusho trabalha principalmente sobre a resposta não condicionada que é uma resposta automática imediata ao estímulo. Estas respostas são automáticas e não requerem aprendizagem, além de serem aparentemente comuns em todas as espécies (aqui não concordo com os Cientistas, no parágrafo abaixo vão perceber). A relação entre o estímulo e a resposta não-condicionada é conhecida como reflexo não-condicionado …
O mais engraçado é que para o SN funcionar tem de existir dois neurónios e neste momento existe muita cabeça que está a procura do segundo, por isso vou parar por aqui e continuo na sexta-feira
16 de mar. de 2008
Olá estou de volta...
Estas últimas semanas tem sido de loucos…
Apenas posso dizer que vivemos num país de loucos…
As coisas tem de surgir, não precisam de ser fundamentadas, apenas têm de aparecer feitas.
Adiante…
Segundo o meu amigo José “homónimo”, o Carlos Castro do Karate está de volta.
Não sei se é bom ou mau, mas pelo sim pelo não levou logo uma “Kinka” no GB-20… :)
Aqui vai a crónica atrasada das minhas actividades…
O Estágio da AKDK com o Sensei Len Sim foi um estrondoso sucesso, com uma participação a rondar os 150 praticantes.
Este estágio serviu para o Sensei Len observar o nível técnico dos Portugueses em geral.
Segundo ele, o nosso nível é muito bom.
Depois de um pequeno treino de Saifa, deu-se início a uma aventura de Renzoku Bunkai.
O pessoal ficou bastante animado e entusiasmado.
Foi também uma oportunidade para o pessoal mais antigo fazer exame.
Os meus parabéns a todos eles:
NUNO SANTOS 4º DAN (Clube Atlético de Queluz)
JOÃO PITA 4º DAN (Clube Atlético de Queluz)
JORGE VIANA 3º DAN (Ginásio da Verdizela)
ANDRÉ FERNANDES 3º DAN (Clube Atlético de Queluz)
ANTÓNIO BRANCO 2º DAN (Casa do Povo de Corroios)
VITOR MALTEZ 2º DAN (Casa do Povo de Corroios)
FÁBIO PALMA 1º DAN (Clube Atlético de Queluz)
JOÃO SILVA 1º DAN (Casa do Povo de Corroios)
CLAUDIO PALMA 1º DAN (Soc. Filarmónica Arrentelense)
CARLOS FERREIRA 1º DAN (Academia Almadense)
NUNO QUINTINO 1º DAN (Casa do Povo de Corroios)
CARLOS FERREIRA 1º DAN (Real Clube de Massamá)
PEDRO PRATA 1º DAN CADETE (Clube Atlético de Queluz)
Quarta-feira há mais…
Até lá Sayonara!
Apenas posso dizer que vivemos num país de loucos…
As coisas tem de surgir, não precisam de ser fundamentadas, apenas têm de aparecer feitas.
Adiante…
Segundo o meu amigo José “homónimo”, o Carlos Castro do Karate está de volta.
Não sei se é bom ou mau, mas pelo sim pelo não levou logo uma “Kinka” no GB-20… :)
Aqui vai a crónica atrasada das minhas actividades…
O Estágio da AKDK com o Sensei Len Sim foi um estrondoso sucesso, com uma participação a rondar os 150 praticantes.
Este estágio serviu para o Sensei Len observar o nível técnico dos Portugueses em geral.
Segundo ele, o nosso nível é muito bom.
Depois de um pequeno treino de Saifa, deu-se início a uma aventura de Renzoku Bunkai.
O pessoal ficou bastante animado e entusiasmado.
Foi também uma oportunidade para o pessoal mais antigo fazer exame.
Os meus parabéns a todos eles:
NUNO SANTOS 4º DAN (Clube Atlético de Queluz)
JOÃO PITA 4º DAN (Clube Atlético de Queluz)
JORGE VIANA 3º DAN (Ginásio da Verdizela)
ANDRÉ FERNANDES 3º DAN (Clube Atlético de Queluz)
ANTÓNIO BRANCO 2º DAN (Casa do Povo de Corroios)
VITOR MALTEZ 2º DAN (Casa do Povo de Corroios)
FÁBIO PALMA 1º DAN (Clube Atlético de Queluz)
JOÃO SILVA 1º DAN (Casa do Povo de Corroios)
CLAUDIO PALMA 1º DAN (Soc. Filarmónica Arrentelense)
CARLOS FERREIRA 1º DAN (Academia Almadense)
NUNO QUINTINO 1º DAN (Casa do Povo de Corroios)
CARLOS FERREIRA 1º DAN (Real Clube de Massamá)
PEDRO PRATA 1º DAN CADETE (Clube Atlético de Queluz)
Quarta-feira há mais…
Até lá Sayonara!
26 de fev. de 2008
Uma janela abre-se quando uma porta se fecha
Este fim-de-semana foi repartido parcialmente com Kempo/ Kyusho.
Mais uma vez, “Hanshi” Buchan do Canadá, director técnico da Kosho Ryu International, deslocou-se a Portugal para ministrar mais um estágio de excelente qualidade.
Um grande orador, com excelentes conhecimentos de artes marciais e bastante conhecedor do trabalho de Miyamoto Musashi (Gorin No Sho - um livro de cinco anéis).
Apresentou um trabalho muito interessante de deslocações e posicionamentos corporais, aliados a técnicas de Kyusho, leia-se pontos de pressão.
Como não gosto de falar de coisas boas, não vou falar do treino, pois foi bom de mais e se querem mais informações… Fossem lá treinar.
No intervalo deu para trocar umas impressões com a Sensei Mónica Couto, já tinha boas referências dela.~
Fiquei bastante contente com a pequena conversa que tivemos, afinal eu tinha razão, ela não faz Karate a sério, aquele da Federação, mas sabem uma coisa…
Acho que ela não está muito preocupada sobre isso.
Como diz um velho dinossauro:
Uma janela abre-se quando uma porta se fecha.
No domingo, realizou-se mais um encontro de Kyusho em Queluz.
O Sensei Álvaro foi o anfitrião (ausente) deste encontro. O meu muito obrigado pela confiança depositada …
Poucos mas bons, é apenas o que vos posso dizer…
Foram abordados os diversos níveis (1-6) do curriculum da Kyusho International.
Deu para rolar um bocado no chão com o pessoal, lição nº1, nunca subestimar o adversário, independentemente da dimensão.
Paulo, para a próxima não brinco contigo :p
PS:
Lamento dizer que já treinei Kyokushinkai e gostei.
Considero o Daido Juku um estilo de Karate. Sorry … :)
Mais uma vez, “Hanshi” Buchan do Canadá, director técnico da Kosho Ryu International, deslocou-se a Portugal para ministrar mais um estágio de excelente qualidade.
Um grande orador, com excelentes conhecimentos de artes marciais e bastante conhecedor do trabalho de Miyamoto Musashi (Gorin No Sho - um livro de cinco anéis).
Apresentou um trabalho muito interessante de deslocações e posicionamentos corporais, aliados a técnicas de Kyusho, leia-se pontos de pressão.
Como não gosto de falar de coisas boas, não vou falar do treino, pois foi bom de mais e se querem mais informações… Fossem lá treinar.
No intervalo deu para trocar umas impressões com a Sensei Mónica Couto, já tinha boas referências dela.~
Fiquei bastante contente com a pequena conversa que tivemos, afinal eu tinha razão, ela não faz Karate a sério, aquele da Federação, mas sabem uma coisa…
Acho que ela não está muito preocupada sobre isso.
Como diz um velho dinossauro:
Uma janela abre-se quando uma porta se fecha.
No domingo, realizou-se mais um encontro de Kyusho em Queluz.
O Sensei Álvaro foi o anfitrião (ausente) deste encontro. O meu muito obrigado pela confiança depositada …
Poucos mas bons, é apenas o que vos posso dizer…
Foram abordados os diversos níveis (1-6) do curriculum da Kyusho International.
Deu para rolar um bocado no chão com o pessoal, lição nº1, nunca subestimar o adversário, independentemente da dimensão.
Paulo, para a próxima não brinco contigo :p
PS:
Lamento dizer que já treinei Kyokushinkai e gostei.
Considero o Daido Juku um estilo de Karate. Sorry … :)
20 de fev. de 2008
No passado apenas se treinava uma Kata, certo?
Este fim-de-semana lá fui ao Porto para orientar mais uma sessão do grupo de estudo.

O pessoal está cada vez mais empenhado e concentrado.
Como diz o Ricardo Gama, não somos nós que somos especiais, o sistema/método é que é altamente eficaz.
Existe uma frase muito gira que diz:
“Todos os moldes estão errados, no entanto alguns são úteis…”
Uma coisa é a teoria, outra é a prática.
Quando executamos Kata/Kihon estamos a colocar em movimento um conjunto de teorias que nos foram transmitidas ao longo dos tempos. No entanto quando as colocamos em prática, parece que tudo se desmorona, muitas pessoas chegam a questionar o seu próprio sistema/estilo/arte-marcial.
A título pessoal, esta é uma das técnicas de ensino que costumo utilizar.
Depois de fazer o aquecimento, começo por treinar as técnicas de base, de seguida, costumo juntá-las e fazer sequências técnicas e depois treino estilo Renzoku Kumite. Até aqui creio que todos os instrutores procedem da mesma forma, a partir daqui é que eu vario (consoante o nível/idade dos alunos) e aplico as técnicas em Gyakute (grappling) e se o nível e a idade o permitirem posso ainda aplicar as técnicas em Ne-Wasa.
Quando treinamos numa perspectiva aberta e ampla todo o conceito de Kata muda.
Peguem na vossa Kata preferida, treinem com diversos sentimentos/objectivos e verão que Kata é um livro aberto.
Façam a seguinte experiência:
Uma Kata…
Imaginem que estão a ser agarrados, agora executem a Kata com esse “feeling”, todos os Kamaes tem um significado, um propósito, todas as acções biomecânicas devem de ser válidas.
Se calhar é por isto que no passado apenas se treinava uma Kata, certo?

O pessoal está cada vez mais empenhado e concentrado.
Como diz o Ricardo Gama, não somos nós que somos especiais, o sistema/método é que é altamente eficaz.
Existe uma frase muito gira que diz:
“Todos os moldes estão errados, no entanto alguns são úteis…”
Uma coisa é a teoria, outra é a prática.
Quando executamos Kata/Kihon estamos a colocar em movimento um conjunto de teorias que nos foram transmitidas ao longo dos tempos. No entanto quando as colocamos em prática, parece que tudo se desmorona, muitas pessoas chegam a questionar o seu próprio sistema/estilo/arte-marcial.
A título pessoal, esta é uma das técnicas de ensino que costumo utilizar.
Depois de fazer o aquecimento, começo por treinar as técnicas de base, de seguida, costumo juntá-las e fazer sequências técnicas e depois treino estilo Renzoku Kumite. Até aqui creio que todos os instrutores procedem da mesma forma, a partir daqui é que eu vario (consoante o nível/idade dos alunos) e aplico as técnicas em Gyakute (grappling) e se o nível e a idade o permitirem posso ainda aplicar as técnicas em Ne-Wasa.
Quando treinamos numa perspectiva aberta e ampla todo o conceito de Kata muda.
Peguem na vossa Kata preferida, treinem com diversos sentimentos/objectivos e verão que Kata é um livro aberto.
Façam a seguinte experiência:
Uma Kata…
Imaginem que estão a ser agarrados, agora executem a Kata com esse “feeling”, todos os Kamaes tem um significado, um propósito, todas as acções biomecânicas devem de ser válidas.
Se calhar é por isto que no passado apenas se treinava uma Kata, certo?
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Todo o trabalho merece ser remunerado de forma justa
Como instrutor/mestre (Treinador) de karate, é frequente deparar-me com um dilema que muitos colegas também enfrentam: a questão do dinheiro...
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